sábado, 6 de agosto de 2011

PAIZINHO TOMÉ E A SAGRADA FAMÍLIA


Paizinho Tomé ama a “Sagrada família” que é composta pelos amigos do coração que moram em Sacramento-MG.  Os membros desta família são: Leonildes ( pai ), Nair  ( mãe, esposa de Leonildes ) e suas três e encantadoras filhas ( Daiane, Danielle e Débora).

A Sagrada Família são amigos fiéis e servem de instrumentos para ajudar a “Fiazinha” ( médium que recebe Paizinho Tomé ) desde quando freqüentavam a Escolinha de Libertação, em que a Vovó Catarina, atuava nas libertações de espíritos que desencarnaram ( em Hospitais, Penitenciárias, Manicômios, sarjetas nas ruas,  atropelamentos das estradas, suicidas, e todo tipo de morte trágica, dolorosa, solitária,  ou repentina ). Tudo isto, já era uma preparação, de varredura espiritual, para a higienização do planeta terra.

Havia em uma Fazenda um local apropriado, onde eram feitos estas libertações, inclusive de “escravos” que ainda permaneciam nas fazendas, pensando estarem vivos.

Leonildes, juntamente com sua família, são convidados especiais de Paizinho Tomé em todas as “festividades espirituais” e até mesmo em trabalhos específicos, que exige alguém de muita confiança para auxiliá-lo.

Paizinho Tomé, pede ao Leonildes, que mantenha sempre, dois instrumentos bem afiados: a enxada e o enxadão, porque estes dois objetos, que estão na “Cabaninha” do Paizinho Tomé, cumprem uma finalidade espiritual muito importante, mas que, o Paizinho Tomé não pode ainda, nos revelar com detalhes.

Para participar da “Congada”, Paizinho Tomé, nos solicitou que fosse na cidade de Sacramento, convidar o Leonildes e família, mas que este convite, deveria ser, como antigamente, uma “Treição” com uma “Serenata”, bem cedinho, antes do sol raiar.

Assim fizemos, e esta foto acima, é do Leonildes, que recebeu de Paizinho Tomé, uma trança de proteção espiritual de “embira de bananeira”, esta, está amarrada em sua cintura. Foi um gesto de amor, carinho e proteção para com o Leonildes, reforçando o convite para estar presente no dia da Congada em Peirópolis.

CONGADA COM O SOL E A LUA SIMUTANEAMENTE




Foi um marco na história espiritual do Brasil, a Congada na Morada dos Mensageiros da Luz, em Peirópolis/Uberaba/MG - Brasil, a pedido de Paizinho Tomé e do Cigano Florisberto “O Negociador”.

Por volta das 15:00 hs, em frente o Cruzeiro das Almas, onde se faz as libertações espirituais, com pedido de perdão, para a cultura Afro e demais culturas que sofreram com ingratidão; apareceu no céu, simultaneamente a LUA de um lado e o SOL do outro lado, sinalizando, segundo Paizinho Tomé, a seguinte explicação:

“Os dois astros reis, O SOL clareando o dia, e a LUA iluminando a noite, ao som dos tambores da Congada Penacho de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário de Uberaba, defronte para o Cruzeiro das Almas, fez mais um RESGATE CÁRMICO DO BRASIL, nossos pedidos de PERDÃO foram atendidos.”

EU VIM DE LÁ PEQUENININHO


“Foram me chamar
Eu estou aqui
O que é que há (bis)

Eu vim de lá
Eu vim de lá pequenininho
Mas eu vim de lá pequenininho
Alguém me avisou
pra pisar nesse chão devagarinho”.

VERSOS DE GRATIDÃO

VERSOS DE GRATIDÃO DO PAIZINHO TOMÉ
AO TERNO DO PENACHO DE SÃO BENEDITO

E DE NOSSA SENHORA DO ROSÁRIO
 
E AOS INTEGRANTES DA CONGADA

(é cantado ao tom dos cantos de Folia de Reis)
 
Ó Deus lhe pague a boa visita
Que vóis fez ao meu congar á á á á á  
(bis)


O azul da cor do mar
E o branco do luar
Veio aqui iluminar
Os filhos de oxalá á á á á  .


Cada batida do vosso congo
É um convite a repensar
Na irmandade do Rosário
Que unida há de ficar ar ar ar ar .


São Benedito dê a sua bênção
A todos os filhos que veio buscar
Atraídos pelo Penacho
Que desejam se curar ar ar ar ar .



CONGADA

Paizinho Tomé,
                                 Juntamente com o Cigano Florisberto “O Negociador”, recomendaram para levar a Congada Penacho de Uberaba, Minas Gerais, na Morada dos Mensageiros da Luz em Peirópolis, com o intuito de trabalhar ainda mais, o Resgate Cármico do Brasil.
Esta foto mostra

Momentos da Congada diante o Cruzeiro das Almas, libertando, perdoando, encaminhando para as Colônias espirituais.

FAZENDO CROCHÊ


Esta foto fazendo o crochê na cabaninha do Paizinho Tomé, significa, cada pontinho, um pedido de perdão para o Brasil. Depois, em formato de uma gravata é doado de joelhos, a um afro descendente, com orações e pedido de perdão para o Brasil.

Explicou-nos Paizinho Tomé que precisamos fazer uma varredura energética espiritual das atrocidades que foram cometidas com a cultura afro na colonização do Brasil.

Que a escravidão gerou uma dívida muito grande, e sem o devido perdão, daqueles que foram vítimas, fica muito difícil edificar a “nova geração”.

Paizinho Tomé diz que há nas praias brasileiras, espíritos de escravos que desencarnaram aqui no Brasil, mas que até hoje, esperam o navio de volta para a África, sua pátria de origem.

Assim, Paizinho Tomé, plasma um navio, os convida a adentrarem e os levam para a África. Lá chegando, existe um subterrâneo, onde se faz o reencontro com os ancestrais.

Pensando, serem, ainda, encarnados, os espíritos dos escravos brasileiros, esperam por um acerto de conta com os Senhores de Engenhos e até mesmo Padres que também participaram da escravidão.

E neste clima de grande tensão, Paizinho Tomé toma a forma daqueles que escravizaram e pede aos espíritos escravos para fazerem seu acerto de conta. Estes, agridem, batem, até se sentirem vingados e aliviados.

Paizinho Tomé se intitula neste trabalho, como “O batedô de Jesus”, isto é, Ele se coloca na condição de um antigo batedor de roupas onde se lava a roupa suja cármica do Brasil (isto é, as atrocidades que foram cometidas com os escravos na colonização).

Depois deste acontecimento, estes espíritos ficam mais tranqüilos, em condições de ouvir, assim, é ministrado palestras de esclarecimento aos mesmos, sobre perdão, amor, libertação, mundo terreno e mundo espiritual, imortalidade do espírito.

Já preparados, Paizinho Tomé e Vozinha Catarina os convidam a partirem para as Escolas Espirituais, pois já não pertencem a esta dimensão, e a Vozinha Catarina os ajuda nesta libertação e encaminhamento para as Colônias Espirituais.

Feito este trabalho, Paizinho Tomé retorna para o Brasil, e continua o seu trabalho de Resgate Cármico, utilizando de sua humilde Cabaninha através dos trabalhos que lá são desenvolvidos pelos médiuns participantes.

Perguntamos ao Paizinho Tomé, por que sendo ele, também com roupagem espiritual Afro, se sujeita a tomar surras de seus irmãos Afro no acerto de conta Cármico do Brasil?

E Paizinho Tomé, com toda sua humildade e amor, nos responde que, “é uma grande oportunidade de sentir um pouquinho o que JESUS sentiu na cruz, para nos libertar”.
De forma que, “está muito dos satisfeito” por poder ser útil e ajudar o Brasil.

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

O FOGO


Fogão à Lenha na Cabaninha do Paizinho Tomé

O fogo vai crepitando, crepitando...
A chaminé vai fumegando, fumegando...
Estão todos trabalhando.
Água, terra, metal, ar...
São as substâncias materializadas
A serviço, para que nada há de faltar.


Médium: Cris de Cristo
Data: 30/07/2011
Local: Cabana do Pai Tomé
Morada dos Mensageiros da Luz – Peirópolis/Uberaba-MG.

O Fogo

O fogo para o Paizinho Tomé tem um significado especial.
Então, quando chegamos à Cabana, a primeira coisa que fazemos é acender o fogo. Depois, coamos um cafezinho que é servido adoçado com rapadura, segundo instruções de Pai Tomé.
Quando o fogo demora a acender, significa que, as energias daqueles que adentraram a Cabana estão conturbadas e densas.
Se o fogo pega rápido, significa que está leve a energia. Portanto, o fogo é um sinal.